Não passou mais do que cinco minutos de Postagem da Coluna, agora, informando que o presidente Lula e a candidata Dilma Roussef não vão vir no segundo turno na Paraíba para chover de e-mails e telefonemas de todo o tipo de contestação ou concordância.
Na verdade, há uma força-tarefa muito expressiva tentando pressionar o presidente Lula e a campanha da Dilma para rever o posicionamento envolvendo não só os dirigentes máximos do PMDB e do PT, como lideranças regionais expressivas.
O ex-ministro Antonio Palocci, por exemplo, está de ouvido esquentado de hoje de manhã em diante com gente de ‘casca grossa’ querendo tê-lo como defensor da presença de Lula/Dilma no palanque de Maranhão.
Em tese – e como realidade mesmo, Maranhão tem como seu vice o presidente estadual do PT, Rodrigo Soares, condição básica que leva a turma pemedebista a exigir preferência da campanha nacional pelo histórico e nível de representatividade. Adicionam ao caso o fato do adversário, Ricardo Coutinho, ter como vice, Rômulo Gouveia, do PSDB.
Esta é a essência da cobrança cada vez maior.
Só que, do outro lado da corda está um candidato de origem à esquerda e membro do PSB, partido aliado do Governo Lula e apoiador importante da candidata Dilma, sem falar no governador Eduardo Campos com seu potencial político.
É este “porém” que interfere fortemente no interesse e no desejo do PMDB/PT gerando um clima de queda-de-braço sem par se estendendo até a véspera da votação.
Pense num carrego de pressão! É assim que está o cenário de bastidores. Vamos acompanhar com mais atenção.