O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) escolheu, por unanimidade, o juiz Rodrigo Marques Silva Lima para ocupar a vaga de desembargador eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ele substituirá o juiz Sivanildo Torres Ferreira, que encerrou seu biênio na Corte Eleitoral na última sexta-feira (12).
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A definição ocorreu durante sessão do TJPB, que analisou os nomes dos magistrados Rodrigo Marques Silva Lima e Pedro Henrique de Araújo Rangel. Com a escolha, Rodrigo Marques passará a integrar a composição do TRE-PB em uma das vagas destinadas aos juízes de carreira da Justiça Estadual.
Atualmente, Rodrigo Marques exerce a função de juiz auxiliar da Presidência do TRE-PB e já atuou como juiz auxiliar da Corregedoria da Corte Eleitoral. Ao comentar a indicação, o presidente do TRE-PB, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, destacou a experiência do magistrado.
“Creio que ele somará muito bem ao TRE”, afirmou.
Trajetória na magistratura
Natural de João Pessoa, Rodrigo Marques é graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal da Paraíba desde 1995. Antes de ingressar na magistratura, atuou como advogado e delegado da Polícia Civil no Rio Grande do Norte.
Aprovado no concurso para juiz de Direito da Paraíba em 1998, construiu carreira em diversas comarcas do estado, passando por varas cíveis, criminais, de família, fazenda pública e execuções penais. Desde 2014, é titular da 6ª Vara Criminal da Capital.
Ao longo da carreira, também foi convocado para substituir desembargadores do TJPB em diferentes oportunidades e ocupou funções administrativas de destaque, como juiz coordenador dos Juizados Especiais, assessor especial da Presidência nos Precatórios, juiz corregedor auxiliar e juiz auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça em quatro gestões distintas.
Experiência na Justiça Eleitoral
No âmbito eleitoral, Rodrigo Marques acumula experiência como juiz eleitoral no interior e na capital, juiz auxiliar eleitoral e membro substituto do TRE-PB. Também presidiu, por duas vezes, a Comissão de Votação Paralela, mecanismo utilizado para reforçar a transparência e a segurança do processo eleitoral.
Sua atuação na Justiça Eleitoral foi um dos fatores considerados na escolha para integrar a Corte, onde passará a participar dos julgamentos e decisões relacionadas às eleições e ao funcionamento do sistema eleitoral na Paraíba.

