A simbologia, ao mesmo tempo advertência, do Reiveillon em João Pessoa

Logo cedo ecoou-se pelos quatro cantos que o Reveillon do Busto de Tamandaré havia atraido 500 mil pessoas e teria batido o recorde de público em comparação aos outros anos.

Para quem tem vivido a experiência de estar no Reveillon da Capital há várias anos, cremos ser pertinente avaliar a realidade de ontem por outros ângulos incontestáveis.

ESTRUTURA NA ORLA

Acompanhamos do Cabo Branco a Tambaú por algum tempo a ocupação de toda a calçada da orla e a parte das tendas à beira-mar mostrando menor fluxo de pessoas na parte do Cabo Branco do que em anos anteriores.

Para se ter uma idéia, a Semob interditava o fluxo de veiculos a partir da Avenida Beira Rio e este ano não foi necessário.

Não por culpa ou responsabilidade da Prefeitura, mas da realidade econômica, foram menos familias à orla, sobretudo as que se locomovem de ônibus públicos. Efeitos da crise, portanto.

FOGOS E ATRAÇÃO

Por ter sido o último Reveillon do prefeito Luciano Cartaxo no cargo, pois vai disputar o Governo, a queima de fogos não deveria ter sido acanhada como acabou sendo.

Estávamos presentes e atestamos até porque estivemos em outras oportunidades.

Para concluir, o show de Paulo Ricardo pareceu deslocado mesmo com seus rocks famosos e a capa de astronauta encarando a nevasca de Nova York e Canadá.

SINTESE

Acompanhamos a cobertura da Rede Globo no programa “Virada do Ano” e atestamos que, à exceção de Fortaleza e Salvador, os Reveillons das demais Capitais envolvendo Boa Viagem, em Recife, esteve menor.

No caso de João Pessoa, Luciano Cartaxo precisa chamar a atenção de sua equipe, sobretudo porque é pré-candidato.

Tenho dito  

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