A Era do “Touch” como Vetor de Comunicação

Durante a maior parte da história da Civilização mundial, o Ser humano construiu na fala e gestos, ou seja nos símbolos e linguagens, todo processo de comunicação para facilitar os meios de se interargir consigo e outros. Desde os primórdios tempos da Caverna tudo era com base em parâmetros tradicionais todo processo comunicativo até a chegada do advento do equipamento Mobile, a partir do novo Século, transformando tudo e todos em comunicadores de toques substituindo a fala.

Touch, palavra em inglês, se traduzindo em toque é a expressão do presente e futuro como instrumento indutor de linguagem da Comunicação afetando a forma de produção de conteúdo para se traduzir em diálogo básico diferenciado. Tem mais:
revoluciona como nunca se imaginara tempos passados.

Com o advento da “nova Cultura” cibernética surgindo com formato inovador de elaboração de processos e conteúdos – textos, produção de áudios gravados ou transmitidos on-line, da mesma forma no trato das imagens fixas ou móveis até entre pessoas, as sociedades passaram a conviver com novos hábitos de comunicação.

RACIOCÍNIO E EXECUÇÃO NOS DEDOS

Mesmo que haja o desenvolvimento permanente de novo padrão de comunicação permitindo que emissor e receptor convivam com formas interativas e muito rápidas de diálogos construídos no formato instantâneo e imediato, as novas ferramentas tecnológicas abrigam formas para que a interação possa ser interrompida, mas em tempo com registros diversos para uso a posteriori sem perda da qualidade da mensagem construída.

Em plataformas como o Facebook, WhatsApp, etc, os diálogos acontecem a partir de sinais perceptíveis com a indicação de existência de atores / usuários on-line permitindo que o diálogo ou troca de mensagens se dê em velocidade do interesse mutuo, na mesma intensidade que o diálogo se encerra na intensidade da luz. Sem culpa nem aborrecimento entre interlocutores.

As gerações denominadas pós – Nerd têm desenvolvido técnicas tão diferenciadas no quesito hábito, produção e consumo, que efetivamente cada vez mais o conteúdo tem servido como modelo e base de tamanha fragmentação formando aldeias super especializadas em costumes muito longe dos padrões de comunicação até antes do Século XXI. 

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