SÃO PAULO – Durante toda a minha vida profissional – agora reforçada mais fortemente pela ação empresarial, que me faz sair de minha aldeia querida toda a semana em busca de auto sustentação – sempre me caracterizei por tratar de todos os problemas,sejam quais forem, mas com respeito e firmeza na abordagem feita.
Na atual campanha, por exemplo, é fácil atestar nos veículos do Grupo WSCOM ,quer no Portal WSCOM ou na Revista NORDESTE – o tratamento sadio com todos os candidatos, sem exceção, especialmente nos planos Nacional e Estadual.
Ao longo do tempo, temos também feito abordagens de reconhecimento aos valores de quem os tem, da mesma forma que não tergiversamos em criticar dentro de princípios democráticos, com direito ao contra-ponto, quem se insurge ou age de forma abaixo da analise da sociedade.
Agora mesmo, já fiz menções criticas ao candidato José Maranhão, ao candidatos ao Senado de uma forma geral, etc, mas somente Ricardo Coutinho insiste em nos perseguir, não só através de ações no Tribunal Regional Eleitoral como em outras que um dia podem vir à tona, caso ele considere necessário.
A de agora diz respeito a duas análises feitas em Colunas anteriores abordando com respeito ao candidato sua decisão de ir ao Guia Eleitoral explicar porque optou por Cássio e Efraim, da mesma forma que quer me punir em face de analise sobre os efeitos do Guia Eleitoral.
De forma clara, concisa, direta expomos que somente até os primeiros dias de setembro se poderá concluir se há mudança de tendência ou não, entretanto, ponderava que a dados de hoje a impressão de nenhuma alteração no rumo.
Ora, só alguém insensato, movido a outro sentimento afastado do bom senso pode querer punir alguém que faz leitura óbvia da realidade nossa de cada dia.
Mas Ricardo é assim. Coleciono mais de dezenas de casos em que quando algum questionamento é feito ao seu entendimento pretendido soberano comumente a reação é neste nível de intolerância, incompreensão e até perseguição sem pé nem cabeça.
Com o senso critico sereno, como já disse, vamos provar nos tribunais que mantemos o respeito e o tratamento adequado ao que ele representa sem contar as inúmeras análises que lhe foram favoráveis quando ele merecia.
No mais é campanha e tudo passa, inclusive a soberda.
ÚLTIMA
“Não adianta ir à Igreja rezar/
e fazer tudo errado…”