A juíza Francilucy Rejane Sousa Mota, do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa, arquivou ação sobre o suposto envolvimento do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) na morte do jovem Bruno Ernesto, ocorrida em 2012. Ele era ex-diretor de Tecnologia da Prefeitura Municipal de João Pessoa.
A juíza acatou parecer do promotor Marcus Antonius da Silva Leite, do Ministério Público Estadual, que apontou “ausência de indícios de participação” de Ricardo Coutinho no crime.
A investigação foi aberta após denúncia encaminhada a pedido dos pais do jovem, que apontou suposta ‘queima de arquivo’ na morte de Bruno Ernesto por, supostamente, ter informações do caso ‘Jampa Digital’.
A justiça, no entanto, entendeu que as provas não foram suficientes para a propositura da ação penal.
NOTA DA REDAÇÃO
A advogada Laura Berquó, apontada inicialmente nesta matéria como coautora da denúncia, entrou em contato com a Redação do Portal WSCOM e explicou que o procedimento foi realizado pelos pais, e que na época militava na função de Conselheira de Direitos Humanos. Ela explicou também que apenas defendeu a federalização do caso no Judiciário, junto com outras matérias, em reunião com então procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot.


