Pesquisa identifica 13,5 milhões de brasileiros propensos a gastar mais na Copa do Mundo

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(Foto: Reprodução)

As marcas que buscam lucrar com a proximidade da Copa do Mundo ganharam uma ferramenta baseada em inteligência de dados. Um mapeamento da Serasa Experian identificou um grupo de 13,5 milhões de brasileiros com alta propensão a abrir o bolso e aumentar os gastos durante o mundial, o público batizado de “Nação do Futebol”. O rastreamento foi feito por meio do Insights Hub, plataforma da datatech que utiliza hipersegmentação para prever o comportamento dos consumidores em grandes datas sazonais.

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Além do interesse pelo esporte, o levantamento mostra que esse grupo tem outros interesses em comum, como streaming, moda, delivery e consumo digital. Com esses dados, marcas e agências podem criar campanhas especiais mais segmentadas e aderentes ao momento do torneio.

Na comparação com o restante da população da base de dados, composta por brasileiros maiores 18 anos, a “Nação do Futebol” se destaca pela forte presença digital, busca por benefícios e afinidade com entretenimento conectado. Enquanto 44% da população brasileira têm hábitos de compra online, o índice chega a 87% no recorte do público engajado com a Copa do Mundo.

O comportamento de “caçadores de desconto” também é mais expressivo na Nação do Futebol: mais da metade (55%) se enquadra nesse comportamento, ante 17% da população geral. Além disso, 7 em cada 10 (72%) indivíduos têm afinidade com streamings digitais, reforçando o potencial para as campanhas em plataformas de vídeo, e-commerce e ativações em mídias digitais no período.

“Datas como a Copa do Mundo concentram atenção, emoção e intenção de consumo. Mas isso não significa que todo mundo responde da mesma forma. O diferencial para as marcas está em entender quem tem maior propensão a comprar, em quais categorias e em qual momento da jornada. Com dados e inteligência analítica, é possível sair de campanhas amplas e genéricas para ativações mais precisas, conectadas ao comportamento real de cada audiência”, afirma a CMO e Vice-presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian, Giovana Giroto.

 

Moda, delivery e bem-estar indicam caminhos para ativações durante os jogos

Além da forte conexão com canais digitais, o estudo identificou quais as categorias com mais alto potencial de consumo para os brasileiros que compõem a “Nação do Futebol”. Entre elas, 54,6% têm afinidade com compras de artigos de moda. “Food Delivery e Mercado” aparece em seguida (46,5%). Por fim, “vida saudável e fitness” aparece como propensão de 42,4%.

“Marcas que querem aproveitar a Copa do Mundo para impulsionar vendas precisam olhar além do interesse pelo futebol. O que os nossos dados mostram é uma audiência conectada a diferentes momentos da experiência do torneio, desde vestir a camisa e reunir os amigos até pedir comida durante os jogos ou consumir conteúdos em múltiplas telas. Quando as marcas entendem esse contexto de consumo, conseguem criar campanhas muito mais relevantes, rentáveis, oportunas e conectadas ao comportamento real das pessoas”, reforça Giroto.

Hipersegmentação ajuda marcas a irem além do interesse por futebol

De olho em datas cada vez mais disputadas pelas marcas, a Serasa Experian ampliou a plataforma Insights Hub com novos atributos voltados à hipersegmentação de audiências específica de períodos sazonais. A novidade permite identificar consumidores não só por seus perfis de consumo, mas também pela tendência de ampliar gastos nas maiores oportunidades do ano, como Copa do Mundo, Black Friday, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, férias e Natal.

Na plataforma, a companhia combina dados comportamentais, financeiros e modelos analíticos para ajudar marcas, varejistas, indústrias e agências a encontrarem públicos com maior potencial de compra. A proposta é permitir que as empresas deixem de trabalhar apenas com recortes tradicionais, como idade, localização ou perfil demográfico, e passem a considerar o contexto de cada ocasião. No caso da Copa do Mundo, isso significa diferenciar quem apenas acompanha o evento de quem tem maior probabilidade de consumir em categorias específicas durante o período.

“Nem todo fã tem o mesmo comportamento de consumo, e é aí que está a informação-chave que separa uma campanha mediana da que traz resultado. Uma pessoa pode acompanhar futebol e não necessariamente estar propensa a comprar durante a Copa. A inteligência de dados que modelamos ajuda a encontrar os públicos mais aderentes para cada campanha, reduzindo dispersão, melhorando a alocação de mídia e aumentando a relevância das mensagens”, completa a CMO da datatech.

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