O volume de serviços na Paraíba ficou estagnado em fevereiro de 2026, repetindo o patamar do mês anterior. O desempenho local ficou alinhado à média nacional (0,1%) e garantiu ao estado a 4ª pior marca do Nordeste, à frente apenas de vizinhos que registraram retração.
De acordo com as informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado paraibano superou apenas os registrados no Ceará (-0,5%), Sergipe (-1,4%), e Alagoas (-2,3%).
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Esse resultado do setor estadual prolonga a situação de estabilidade iniciada em janeiro (0,1%), após o recuo observado em dezembro (-5,3%), enquanto o trimestre de setembro a novembro de 2025 foi marcado por três altas consecutivas, sempre em comparação ao mês imediatamente anterior.
No acumulado dos últimos 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, o volume de serviços na Paraíba teve alta de 5,3%, ficando acima da média brasileira (2,7%). Além disso, foi a quinta maior alta do país, inferior somente às verificadas nos estados de Rondônia (6%), Mato Grosso do Sul (6,8%), Distrito Federal (8,1%) e Mato Grosso (8,7%).
Já a variação acumulada no ano, relativamente ao mesmo período de 2025, foi de 1,8% para o volume de serviços do setor estadual. Esse crescimento ficou ligeiramente abaixo da média nacional (1,9%), mas foi o décimo primeiro maior entre as unidades da federação e o segundo maior entre os estados nordestinos, tendo apenas o Maranhão à frente (2%).
Na comparação com fevereiro de 2025, o setor paraibano registrou um leve crescimento no volume de serviços, idêntico ao observado na média nacional (0,5%), ocupando a oitava melhor posição no país e a terceira melhor no Nordeste, onde apenas o Piauí (5,2%) e a Bahia (1,3%) apresentaram resultados positivos.
Por sua vez, a receita nominal do setor de serviços da Paraíba, em fevereiro de 2026, apresentou as seguintes variações positivas, todas superiores à média nacional: 3,2% frente a janeiro; 6,5% face a fevereiro de 2025; e 7% no acumulado do ano, em relação ao mesmo período de 2025; e 9,6% no acumulado em 12 meses, relativamente ao mesmo período do ano anterior.