O ex-governador João Azevêdo criticou ao ex-governador Ricardo Coutinho após o seu antecessor afirmar que o socialista teria feito um acordo com o Ministério Público para livrar-se de acusações no âmbito da Operação Calvário e o incriminar. Durante entrevista concedida ao jornalista Luís Tôrres, o ex-gestor afirmou que o petista adota uma práxis nazista de tentar manipular a o entendimento da sociedade acerca da realidade.
“Na verdade, o nazismo ensinava que uma mentira dita cem vezes se tornava verdade. Na verdade, ela jamais se tornará a verdade. Ela apenas cria a falsa impressão e de você tanto ouvir que começa a ficar normal”, afirmou João sobre o modelo de distorção da realidade que era utilizado no regime autoritário que governou a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.
João nega acordo e diz que também foi investigado
João rechaçou qualquer possibilidade de ter firmado algum acordo com o Ministério Público e recordou que também foi alvo de investigação.
“Eu fui alvo de investigação, passaram três, quatro, cinco anos, me investigando, viraram a minha vida pelo avesso. O processo foi arquivado pelo STJ, pelo Tribunal de Justiça e pelo Ministério Público”, destacou o ex-governador.
Ex-governador considera acusação ofensiva
Azevêdo classificou como ofensiva a acusação de que um acordo poderia ter sido feito com o Ministério Público, órgão responsável pela investigação de posíveis delitos por parte de representante do poder público e da sociedade civil.
Judicialização do caso
João também anunciou qu8e acionará o ex-governador Ricardo Coutinho judicialmente em razão das falas aludindo ao suposto acordo.