O vereador Carlão pelo Bem (PL), da Câmara Municipal de João Pessoa, defendeu a lisura da conversa entre o senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Conforme o parlamentar, não é possível condenar um indivíduo por buscar meios para financiar um projeto privado com recursos provenientes da iniciativa privada.
“Uma coisa é certa, não é contra a lei buscar financiamento de banco privado. A grande discussão é que Vorcaro se abarrotou de um escândalo de corrupção e essa corrupção veio à tona. O ato do senador Flávio não se torna ilícito ou imoral, muito pelo contrário, está dentro da legalidade. O que acontece é que pela figura de Vorcaro estar afundada em corrupção de deve mais explicações”, definiu o parlamentar.
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Carlão defende CPMI do Banco Master
Carlão ainda defendeu a instalação da CPMI do Banco Master para que sejam apuradas todas as denúncias e identificados, em definitivo, os envolvidos nos supostos crimes contra o sistema financeiro atribuídos ao banqueiro.
Segundo o vereador, as investigações podem esclarecer quem teve participação nos atos investigados e quem não possui relação com as acusações.
Vereador afirma que relação foi “natural”
Carlão reforçou sua visão de que o que Flávio Bolsonaro fez foi apenas a ação de “um filho buscando financiamento para um filme sobre a vida do seu pai”.
O vereador afirmou que, a partir de investigações “profundas”, poderá se identificar que a relação não fugiu à “naturalidade”.
Críticas a setores da direita
O parlamentar também criticou figuras da direita que, segundo ele, teriam se aproveitado do momento para tentar enfraquecer a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República.
Sem mencionar diretamente o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, Carlão afirmou que é necessário manter fidelidade às lideranças em momentos como este.
“Pessoas se aproveitam deste momento. Flávio seguirá firme e dará as devidas explicações”, definiu.
O parlamentar concluiu afirmando que a esquerda aproveita o momento para tentar atribuir ares de ilegalidade a fatos que, segundo ele, ocorreram dentro da legalidade.
