De repente, não mais do que de repente, setores da mídia e política brasileira passaram a querer impor fragilmente a abordagem sobre a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos por um prisma contestável de perseguição política insustentável, repetimos.
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Toda a cena de fuga construida e/ou planejada pelo candidato derrotado com seu partido e lideranças próximas acaba de gerar um impacto e crise política na diplomacia entre EUA e Brasil com o abrigo de asilo do presidente Donald Trump e Marco Rubio porque o protegido Flávio Bolsonaro precisa mesmo é estar no Brasil para prestar contas ao povo brasileiro de graves acusações de desvios financeiros.
Ainda vai gerar muita crise à vista.
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PRECISA PRESTAR CONTAS
Ele não está fugindo de nenhuma Ditadura, como o Brasil acaba de dar demonstração de lisura e capacidade ética para o mundo com suas eleições aprovadas pela OEA, mas sim de questões éticas graves com indícios de corrupção.
Aliás, o reconhecido multimídia Octavio Guedes, da Globonews, definiu com clareza a situação do senador foragido;
“Flavio Bolsonaro não está fugindo de uma ditadura, mas de prestar contas à Justiça “, argumentou com procedência.
MAIS PROBLEMA
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, determinou que a Polícia Federal (PF) abra um inquérito para apurar uma suposta interferência estrangeira e financiamento irregular nas eleições presidenciais. A decisão gerou ampla repercussão na mídia e nas redes sociais.
Há, objetivamente, fortes suspeitas de financiamento estrangeiro na campanha de Flávio Bolsonaro. A rigor, a apuração de supostos aportes financeiros e tratativas envolvendo o grupo conservador norte-americano Rockbridge Network na campanha do candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) é evidente.
O fato é que há necessidade de esclarecimento de suspeitas sobre se o oferecimento de apoio político ou financeiro externo estaria atrelado a interesses econômicos na exploração de minerais críticos e terras raras em território brasileiro.
Tudo isso afeta o futuro da Ultra Direita no Brasil porque atinge a ética na política. Voltaremos ao assunto.
REPÚDIO GERAL
É o que merece o prefeito de Chapadão do Sul, Walter Schlatter (PP), ao compartilhar uma montagem que transforma o mapa da Região Nordeste em um burro após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026.
A imagem foi enviada a um grupo de mensagens que reúne prefeitos de Mato Grosso do Sul. Ele alega ter apagado a publicação, depois de arrependido.
O Nordeste exige respeito.

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