A leitura contemporânea de Efraim, o significado de Campina, João Pessoa e Cabedelo e a falta de pressa

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Quem conversa com o senador Efraim Filho, líder do partido União Brasil, se depara com um parlamentar aparentando estar com “gogó grosso” por diversos fatores, entre os quais estar no alinhamento com setor produtivo nacional, portanto, gerando condição de articulador representante dessa gente endinheirada e atenta à cena do Congresso.

Efraim Filho tem participado de reuniões seguidas com representantes dos setores empresariais, cujo foco é a defesa de interesses na Reforma Tributária e outros assuntos, que o faz conviver com situação híbrida de indicar aliados para cargos de governo mesmo assim alinhado com segmentos adversos.

O CASO DA PARAÍBA

Pelo que o senador aponta, a situação de João Pessoa se apresenta ainda em aberto com oposição dividida – ele lembra Nilvan, Cabo Gilberto, Pastor Sérgio Queiroz na ala radical, mais Ruy Carneiro, de Centro Direita, diante de Cícero a depender de vários fatores inclusive, partidaramente e de obras a 2024. Ele aguarda o desenrolar do processo por não ter pressa de decidir.

Em Campina, ele considera a reeleição de Bruno plausível precisando resolver Romero Rodrigues pela liderança construída diante da indefinição da Oposição, onde ele não vê mês a senadora Daniela Ribeiro a empolgar e ameaçar.

Já em Cabedelo, ele entende plausível a possibilidade de George Morais ser candidato a prefeito com dobradinha frente ao interesse de Vitor Hugo de ser candidato.

Este é resumo. Na sequência abordaremos a cena nacional com efeito na aldeia.

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