Adriano Galdino acusa Aguinaldo de semear discórdia na base de João e causar saída de aliados: “Está nos incomodando”

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O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), criticou as declarações do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) contra o partido Republicanos e a exigência de propor o nome para vaga de vice na chapa de João Azevêdo (PSB). Segundo Adriano, Aguinaldo chegou agora e não pode impor seu projeto pessoal aos aliados. Ele ainda acusou o parlamentar de causar o esvaziamento da base do governador.

“Estávamos na base do governo todos tranquilos, todos alinhados. Ele chegou, incomodou Veneziano, o senador saiu, incomodou Efraim, o deputado saiu, e agora está nos incomodando, fazendo o embate, querendo ficar só com o governador do Estado para colocar o seu projeto pessoal, porque ele chega já impondo uma condição de vice”, disse nesta sexta-feira (17), em entrevista à rádio Correio 98 FM.

Ele apontou o deputado federal como causador do esvaziamento da base do governador: “Lá atrás, quando o governador começou a dialogar com Aguinaldo, a base de João Azevêdo começou a diminuir. Quando Aguinaldo começou a conversar com o governo, nós perdemos Veneziano, perdemos Efraim, deixamos de ganhar Romero [Rodrigues (PSC)], e agora ele chega com esse embate com o Republicanos”.

Adriano acusou ainda Aguinaldo de querer a vaga de vice na chapa do governador para contemplar a família Ribeiro, e não os aliados do projeto de reeleição de João Azevêdo nas eleições deste ano.

“Vice para quem, para ele? Não. É para o sobrinho, o pai, ou a mãe. Porque ele jamais indicaria o vice da família Lucena, Mersinho ou Lauremilia, por mais merecimento que eles tenham. Então eu pergunto, quem tem mais merecimento, Adriano Galdino, que esteve na construção da vitória de João, que passou todos esses anos defendendo esse projeto político, que foi para rua, que em todo momento defendeu o governador João Azevêdo, ou Aguinaldo, Enivaldo, Virginia, ou Lucas?”, indagou.

E concluiu: “Nós queremos ajudar, queremos somar, não queremos vetar ninguém, agora, precisamos ser repeitados e ser ouvidos. Não é chegando e impondo nomes que vai ser construída a unidade partidária”.

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