De fato, o mundo ocidental convive com a expansão preocupante de uma nova fase da Extrema Direita em escala abrangente, como acontece na França de eleições neste domingo (24), cuja carga de valores defendidos pela legião de simpatizantes é também visível em diversos países, inclusive no Brasil.
No caso da França, país com histórico de exemplo da Democracia a partir de valores humanistas, como a liberdade, igualdade e fraternidade, já não reproduz há muito tempo essa condição com avanços expressivos da “nova onda” querendo impor retrocessos sociais, a partir da expulsão dos imigrantes, no caso francês.
No caso da eleição deste domingo, as previsões apontam a vitória de Emannuel Macron – presidente com caráter Centrista Liberal diante da representante da Extrema Direita, Marine Le Pen, mas estamos longe de por fim à onda de intolerância e violência dessa gente extremada.
O MESMO NO BRASIL
Guardadas as proporções e/ou motivações da conjuntura, no Brasil a era Bolsonaro instrumentaliza a onda da Extrema Direita sempre ameaçando a ordem democrática, armando seu braço ideológico nos estados brasileiros e reproduzindo pautas permanentes a impedir que os cidadãos e cidadãs se concentrem na grave crise econômica, pois ele vive de indicar assuntos a desviar a atenção social.
Este é o cenário preocupante pois estamos com ameaças à ordem democrática diante da instrumentalização de setores da sociedade a perturbar nosso processo eleitoral.
Seja como for, defender a Democracia é condição inegociável.
ÚLTIMA
“Onde houver trevas/ que eu leve a luz”


