Começo do fim: Covaxin e decisão do Centrão contra voto impresso empurram Bolsonaro e governo ao precipício

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O sábado (26) chegou expondo a máxima popular que diz: “além de queda, coice”. Esta é síntese diante da decisão de 11 partidos do bloco partidário chamado “Centrão” de se posicionar contra o voto impresso, condição que o presidente Jair Bolsonaro queria ter como forma de puxar um “Golpe” em 2022 com a iminente derrota eleitoral, conforme pesquisas.

A posição assumida pelos partidos PP, PL, MDB, PSDB, DEM, PSL, AVANTE, PRB, SOLIDARIEDADE, PSD e Cidadania enterra de vez a perspectiva de gerar revolta contra o resultado das urnas.

COVAXIN É A BOMBA CHIANDO

Embora o presidente tenha se irritado com a decisão do Centro, na prática o maior problema de sua nova fase é o escândalo da vacina Covaxin, porque já existem dados e elementos para pedido de seu impeachment por prevaricação, isto sem contar os processos que responderá no Tribunal Internacional de Haia.

O fato é que Bolsonaro começa a conviver com mais fragilidades puxadas pela CPI da COVID que, queiram ou não, está construindo com provas o envolvimento do governo com corrupção.

E tudo se dará dentro da Democracia apesar dos rompantes do presidente.

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