Sete anos depois de um câncer de próstata, um cidadão pegou um Uber para o final de uma festa numa das boas casas do Lago Sul de Brasília e precisou urinar, pediu ao motorista e ele não admitiu. Resultado: pela incontinência urinária ele urinou na calça. Eis a realidade nua e crua.
Chegado no endereço, o motorista vai ao passageiro e registrou o fato registrado no banco do Uber e depois de entendimentos/negociacões o passageiro pagou como valor compensatório a taxa extra e/ou importância de R$ 500,00. Ponto, quase final, porque tempo depois o motorista expôs o registro nas redes sociais.
Mais de um ano depois, muito antes do dito cujo ser famoso, surge a abordagem maliciosa distorcida para tentar denegrir o referido diretor da ANTT, Alex Azevedo, que está tomando providências jurídicas por uma exploração arbitrária focada em estilo “Fake News” por outros interesses.
Como ele é uma indicação na presidência da ANTT, a partir de Brasília, especialistas interpretam que todo cenário é exploração tentando afetar publicamente o seu indicador para o cargo, senador Veneziano Vital do Rêgo, irmão do presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, por ele ser candidato à reeleição.
Eis a dura realidade.
Última
“O olho que existe/ é o que vê”
