A derrota neste domingo da Seleção Brasileira para a Noruega nos traz grandes lições que agora já não vão mais servir neste fomento de derrota acachapante. Já não somos, por exemplo, os donos da bola, a seleção campeã de todas as copas.
A primeira e mais dura realidade é simples: não precisamos de técnicos estrangeiros como o italiano Ancelotti, capaz, mas insuficiente para entender a forma de fazer a Seleção Brasileira hexacampeã do mundo. Ele não dispõe dessa condição.
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O nível da CBF longe da nossa realidade
Vamos constatar com dados relevantes na composição de nossa Seleção Brasileira em 2026 diante de um treinador estrangeiro:
Dos 100% dos atletas convocados, 68% são atletas brasileiros jogando no exterior e bancados pelas grandes marcas de futebol. Todos. Nenhum é como Hulk, brasileiro, artilheiro nacional, mas que ficou de fora por não ter uma marca internacional bancando-o.
O fato é que a CBF representa uma grande organização internacional voltada a negócios e a indicativos de altos entendimentos internacionais, onde a estrutura do Brasil é apenas um detalhe.
A realização da Copa do Mundo Feminina é apenas um detalhe e vamos abordá-la na sequência.
Última
“O olho que existe / é o que vê”
