A partir desta terça-feira, 12, as atenções da Medicina brasileira se voltam para Campina Grande, ambiente com três faculdades na área, para a realização do Fórum da Comissão de Integração do Médico Jovem reunindo especialistas e lideranças médicas jovens para discutir os principais desafios enfrentados pelos profissionais em início de carreira.
O presidente do Conselho Federal de Medicina, Hiran Gallo, já está a caminho de Campina, mas a escolha do local para o Fórum teve caráter estratégico do presidente da Comissão, Bruno Leandro de Souza ( CRM/PB) pelas peculiaridades da cidade incentiva e inovadora.
OS NÚMEROS DA REALIDADE
O CFM e a Comissão de Integração do Médico Jovem em todo Pais têm trabalhado esse componente estratégico na Medicina brasileira porque 49% dos profissionais têm menos de 40 anos e desse universo as médicas são maioria.
É esta realidade que tem forçado as lideranças nacionais, incluindo o presidente do CRM paraibano, a focar em estratégias para resolver problemas inerentes à realidade posta.
“Discutir carreira, especialização, segurança, saúde mental, autonomia e qualidade da formação é discutir também a qualidade da assistência que será oferecida à população”, avalia o presidente Bruno Leandro de Souza.
UM ATOR DA INTERLIGAÇÃO
O CRM/PB tem mobilizado diversos médicos jovens para implementar na prática a interligação entre aprendizado profissional e convivência com os instrumentos de especialização capaz de contribuir positivamente com a profissão – na relação academia e mercado.
O médico Vinícius Santos, professor da Faculdade Afya e mestrando tem se especializado no trato da Saúde Mental a envolver até profissionais da Medicina e é um dos convocados para contribuir no processo a envolver jovens médicos durante o Forum.
DIÁLOGO INTERNACIONAL
Terminou na última semana em Quito, mais um encontro internacional de Medicina no qual o Brasil foi representado pelo médico Bruno Leandro de Souza apresentando números especiais e diferenciados do país ao universo da América Latina e Caribe mais França e Israel.
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“Cada um / dá o que tem”
