2026: o papel do PT na conjuntura, o movimento de candidatura própria e a influência do PSB/Azevêdo 

De alguns dias para cá, circula na aldeia tese de candidatura própria do PT na sucessão de 2026, o que, sem dúvida, perturbaria a construção do PSB e João Azevedo de um palanque lulista além da iniciativa localizada na base petista.

Vamos combinar: essa iniciativa em tese tem a ver com interesse do ex-governador e forte candidato à Câmara Federal, Ricardo Coutinho, que é capaz de conviver novamente com Cícero Lucena, seu anterior desafeto, do que ter entendimentos com João Azevedo.

Só que, a dados da atualidade, a nova geração que assumirá o PT paraibano em setembro registra as várias tendências majoritárias na cena petista deixando RC minoritário mesmo. São os dados reais que não eliminam a condição dele vir a ser o mais votado.

FORA DO PT

Na próxima terça – feira haverá em Brasília a consolidação da Federação PP- União Brasil levando o dirigente Ciro Nogueira pró bolsonarismo sem Bolsonaro ainda com Efraim Filho nessa

Mesma direção.

Na prática, esse cenário levará Aguinaldo e Daniella Ribeiro – mesmo defendendo o sobrinho/filho a ter que optar por Lula. Eis o resumo da ópera.

Seja como for, o PT não construirá candidatura própria.

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