O que se passa com a PF no Comitê de Estela?

{arquivo}Desde às 19 horas em diante deste sábado, o assunto mais comentado nas Redes Sociais foi, sem dúvida, a informação veiculada pela Imprensa dando conta de operação da Policia Federal com mandado de busca e apreensão no Comitê de Estelizabel Bezerra, na rua Manoel Madruga, 385, Bairro dos Estados, de material não divulgado pela PF.

Extra-oficialmente, sem confirmação de nenhuma autoridade, comentou-se durante toda a noite e madrugada que o Comitê estava abrigando dinheiro para utilização na atual campanha daí a operação.

Logo cedo, o aparato utilizado na operação dispunha de viaturas, delegado e policiais da PF mais viaturas e policiais militares do Estado e agentes civis. Às 22h50, quando da chegada do Comandante da PM no local, ato continuo as viaturas estaduais foram recolhidas ficando apenas a da Federal.

Embora com expressiva afluência de moradores, advogados, jornalistas, políticos, a área externa ao Comitê dispunha de muitas informações não confirmadas, a partir do informe de que alguns colchões foram vistos sendo transportados para o Comitê gerando suspeitas.

Até a madrugada, haviam duas informações sobre a operação: uma de que se tratava de ação de inteligência da própria PF e, outra, do advogado João Ricardo Coelho afirmando que a ação teria sido provocada pelo Jurídico do PT.

Em síntese, não é possível fazer qualquer juízo de valor sem antes o procedimento da busca e apreensão pela Policia Federal prevista para às 6 horas deste domingo.

Somente após este veredicto é que será possível avaliar os efeitos da operação.

Marcelo Weick se recusa a falar

O advogado Marcelo Weick, coordenador jurídico da campanha da candidata Estelizabel Bezerra, afirmou às 00h33 ao Portal WSCOM que não quer se pronunciar sobre a presença da Policia Federal defronte a seu imóvel na rua 385, Rua Manoel Madruga, no Bairro dos Estados, onde funciona Comitê da candidata, para cumprimento de busca e apreensão. Há extra-oficialmente informação não confirmada de que o local estaria abrigando dinheiro para a campanha.

Indagado se gostaria de se pronunciar sobre o caso, o advogado foi taxativo:

– Não, não quero me pronunciar agora sobre o assunto, o que farei buscando os meios judiciais – declarou o advogado recusando-se a ocupar espaços no Portal com sua versão sobre o assunto.

Mesmo com insistência da reportagem, ele não quis se pronunciar.

PROCEDIMENTO

O Portal WSCOM se mantém aberto a todas as manifestações das partes envolvidas e, em qualquer momento, haverá de abrigar as opiniões também dos responsáveis pela operação.

Para quem tiver dúvidas ou quiser emitir sua opinião, o endereço disponível é wscom@wscom.com.br.

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“O olho que existe/ é o que vê…”

 

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