PT: a resistência sem Futuro e na contrmão

RIO DE JANEIRO – Depois de alguns movimentos internos no PT projetando possibilidade de mudanças de cenário da Capital – o que improcedente -, conforme insiste o presidente de João Pessoa, Antônio Barbosa, ainda questionando aliança em Campina Grande estivemos em contato neste sábado com o Diretório Nacional petista que dirimiu todas as duvidas.

Para evitar o famoso disse – me – disse, leiamos o que nos disse o dirigente nacional, Paulo Frateschi, em nome do Diretório Nacional:
 
– Os dois casos estão muito bem resolvidos e nao adianta nutrir outra hipótese porque o Diretório Nacional tem as duas situações já asseguradas – afirmou Frateschi acrescentando que “o caso do PP em Campina até ajudou na questão de Sao Paulo”.
 
Para ele, não há cabimento nem necessidade de querer perturbar o quadro da Paraíba, em duro recado aos poucos dissidentes espelhados em Barbosa e Júlio Rafael.
 
Alias, os petistas que persistirem em contestar o que legalmente e politicamente foi resolvido pelo voto livre e debate vai precisar conviver com reações partidárias a partir de Julho de forma mais contundente, ou seja, ninguém se espante se houver abertura de Comissão de Ética contra os insurgentes, seja ele até o deputado federal Luiz Couto.
 
O fato é que os movimentos contestatorios no PT de João Pessoa sao inoquos e contra-producente e como tal me disseram outros petistas famosos nao será mais admitido. É uma questão de tempo porque, segundo Frateschi, a candidatura de Luciano Cartaxo é tratada dentro das prioridades de quem pode crescer e vencer a disputa na capital paraibana.

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