Não tem quem não se agrade de estar diante do cidadão ou cidadã à frente que costuma zelar por algum bem, quer ser privado ou publico. Quando se está como cuidador do bem coletivo, aí é que aumenta o zelo e respeito por quem assim age.
Zelador, na verdade, é mesmo um zela amor zelamor, se Hedilberto Barbosa Filho não achar uma agressão ao universo lingüístico perfeito.
De fato não é fácil cuidar do bem público. Todos sabem disso, eu sei, por isso quando me de deparo com fatos desse jeito de ser, sem forçada de barra, fico pensando que ainda resta a crença nos valores políticos em curso.
Foi o que, sem querer querendo, atestei neste sábado de sol intermediado com tempo nublado vendo com os olhos que a terra há de comer ações concretas de alguns agente da Prefeitura de João Pessoa na condução de varias obras em curso.
Não sabia e fiquei sabendo que, quando esta na capital o prefeito Ricardo Coutinho costuma frequentemente estar nas obras averiguando in loco o andamento das coisas até mesmo cobrando reparos em determinados serviços apresentando defeitos.
Exigente tanto quanto ou mais que Ricardo, sem querer fiquei sabendo, é o vice amoroso Luciano Agra, provavelmente futuro prefeito, rigoroso como o Mago, para que as coisas aconteçam da forma prometida e no tempo desejado.
Neste sábado atestei esse zelo tanto em ações no Centro Histórico quanto na periferia da cidade, onde residem em maior grau as desigualdades danosas ao nosso harmonioso conceito de vida coletiva.
Tranqüilo, mas determinado, atestei a convivência de Luciano Agra com a cobrança do andamento das obras, a exemplo das modificações estruturais em curso no Ponto de Cem Réis todo dia a merecer a presença de Luiz Gonzaga Rodrigues procurando saber até quando o Parlamento do povo, como já o foi, será reestabelecido tinindo de bom.
Fiquei animado com alguns cuidados: Ricardo (vide Luciano) está decidido a reestabelecer a imponencia da historia de Vidal de Negreiros um dos mais importantes paraibanos hoje no esquecimento, da mesma forma que cuidará da imagem do ex-prefeito Damásio Franca e, vejam só, da alma pessoense exposta na memória de Livardo Alves, o mais importante interprete da boemia da Capital de todos os tempos.
Livardo ganhará, se Deus quiser, seu lugar imponente defronte ao Paraiba Palace com sua arte fenomenal, ainda desconhecida inteiramente pelos pariabanos.
Em síntese, fiquei animado em saber que, além dos uísques e das vaidades, tem gente abstêmio ou não cuidando de nossa alma, memória e futuro com o zelo que só o amor promove.
Lá na Torre, diante disso alguém logo diria: aleluia. Livardo faria com seu próprio: Oiaaaa.
