Está mais do que evidente: enfim, a campanha política nas diversas cidades do Estado começou a esquentar do fim-de-semana passado para cá devendo ampliar mais ainda esse calor político com o horário eleitoral, a partir de agosto.
Tese à parte, entendamos esse contexto pondo como elemento de análise a disputa na cidade de João Pessoa.
Pois bem, se levarmos em conta os últimos fatos, a rigor é a AIEJ (Ação de Investigação Eleitoral e Jurídica ) em mãos do juiz eleitoral, Aluízio Bezerra Filho, que vai dar o tom do futuro na sucessão da Capital.
A dados de hoje, mesmo levando em conta os aspectos de acusações e defesa, o fato concreto é que o prefeito Ricardo Coutinho convive com um problemão, que é o entendimento da promotoria eleitoral de que houve dolo, crime eleitoral, na festa com distribuição de brindes promovida pelo Sindicato dos Motoristas, domingo passado, pela presença do alcaide e do vereador Tavinho Santos.
A defesa de Ricardo, sempre atenta, rebate de imediato para minimizar os efeitos processuais: Exame minucioso feito no vídeo que trata da festa no Sindicato dos Motoristas prova que em nenhum momento o prefeito Ricardo Coutinho e o vereador Tavinho Santos pedem voto ou distribuem brindes. Isso inexiste, repete.
Como desfecho, a defesa consolida o entendimento de que agente político aliado ao candidato João Gonçalves, identificado de nome Paulo, teria sido o responsável pelo que considera armação pichando o nome do prefeito e vereador em sacos onde estavam objetos para distribuição.
A esta altura do campeonato, o cenário aponta toda a expectativa para o juízo final do doutor Aluízio Bezerra, à quem é dado a atribuição precípua de acatar ou não o pedido de abertura processual e a inelegibilidade do prefeito.
Ainda voltaremos ao assunto, sobretudo em termos de essência processual mesmo pedindo vênia aos meus mestres do Direito a partir da Torre pela ignorância acumulada por ser leigo para interpretação ao lado de nossos leitores razão de nossa existência comentarista.
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Na volta / ninguém se perde…