A semana chega ao seu processo de conclusão registrando enfrentamentos e incômodos de naturezas diferentes, mas prospectando a manutenção de embates. São, como disse, questões distintas, mesmo assim mostram que há problemas a se resolver em dois Poderes constituidos do Estado.
No Judiciário, especificamente, não há sossego desde quando o Tribunal de Justiça resolveu anunciar promoções com critérios questionados e mandados revogar, em ação nacional pela Associação dos Magistrados da Paraíba sob argumento de que ferem princípios legais.
Ninguém ousa abordar, poucos se atrevem a fazer menções delicadas, mas o fato super dimensionado com a divulgação na Folha de São Paulo chegou a esse patamar porque, entre outros argumentos, o presidente do TJ, desembargador Júlio Aurélio, anunciou a ascensão de um filho juiz.
O fato é que a matéria tomou conta da boca do mundo, agora com a pendenga chegando à esfera judicial com resultado imprevisíveis, alem de aspectos éticos minimizados em momentos em que a sociedade anda com a lupa em busca de erros por onde existam ou representem isso.
No espectro estadual, a crise beirando a desconforto público se efetivou com a audiência visita do governador Cássio ao prefeito Veneziano Vital culminando com queixas públicas do chefe do executivo municipal, entre as quais a não retomada da repactuação do ICMS como prometido em campanha.
Na verdade, esse problema gerado por discursos repetidos agora cobrados não é maior do que o pano-de-fundo de tudo, ou seja, a disputa em pleno andamento olhando para 2006.
Se é assim, podem anotar como tenho repetido, Campina Grande se constitui em ambiente com projeção de ser cada vez mais uma praça de guerra político-eleitoral de desdobramentos inimagináveis.
O pau vai cantar.
Ações
Independentemente da crise gerada com Veneziano é só o começo o governador Cássio concedeu entrevista coletiva, visitou obras e anunciou processos novos, entre eles concurso na educação.
Ele anda se esforçando com as condições que pode para ampliar o grau de empatia, sobretudo na cidade natal, onde os adversários estão no poder.
Depois do resultado
Logo que teve acesso ao resultado final da eleição do PT estadual, o candidato derrotado, Charlinton Machado, fez distribuir nota oficial reconhecendo a vitória de Frei Anastácio sem ranço nem maldade.
Disse que vai continuar na luta como militante aguerrido do PT.
No PMR
A empresária Bia Ribeiro, nome lembrado como opção futura para composição no futuro tabuleiro político do estado, garantiu ao Colunista que se mantém mais ocupada com os assuntos empresariais.
Ele negou que tenha se filiado ao PFL. Assinei ficha no partido que meu pai (Roberto Cavalcanti) assinou, isto é, no PMR que será o PR.
Última
Todo dia/ era dia de indio…
