Walter Santos expõe necessidade de resistência para evitar privatização da Fortaleza de Santa Catarina

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Fortaleza de Cabedelo é lugar de História e de preservação da Cultura incomum, nunca de Cassinos e jogos de azar, como pretendem Governo e aliados

Vamos combinar, a história da Paraíba não pode ignorar a importância fundamental de seus valores estruturais do ponto – de – vista de referências históricas singulares, como se dá com a Fortaleza de Santa Catarina, em Cabedelo, ultimamente ameaçada pela ânsia da “modernidade jogativa” de setores do Governo pontuando a transformação inaceitável de um singular patrimônio coletivo em agressão a um bem social sem igual.

É simples: dentro e fora de Cabedelo há um entendimento comum de que o encaminhamento de privatização do patrimônio histórico não atende ao conceito de valorização de um bem público com destinação equivocada e inaceitável.

Chegou a hora em que setores políticos determinantes da Paraiba, como nossos representantes federais no Senado e Câmara Federal precisam assumir a defesa da Fortaleza de Santa Catarina como bem Coletivo de nossa história até pela condição de apoio social existente dado por instituições privadas da própria sociedade.

Ora, se é comprovado o nível de envolvimento de setores sociais convivendo com ações há anos em favor da preservação dos serviços e das funções internas da Fortaleza não esqueçamos que este bem patrimonial precisa ser mantido em favor da sociedade e não transformá-lo em cassino, abrigo de jogatinas.

Em síntese, todos precisamos nos unir em nome de uma luta que o imortal do professor Nivalson Miranda manteve durante toda sua vida.

Cabedelo merece manter sua Fortaleza sem ameaças de privatização.

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