Blog de WS analisa a história vencedora do Poeta Gil de Rosa sobre o engenheiro

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O engenheiro sobrevivente sufocou o poeta compositor até, além do Morro, ressurgir nos Bancários

Gil de Rosa sempre se fez poeta, inquieto como os lobos gerebas, mas muito em profundidade filosófica e quietamente domando seus bichos para sobreviver porque ninguém vive sem comida no bucho. Só poesia é Ave Viola, um sonho Dida Fialho.

Gil precisou e foi engenheiro porque na Torre ou dá pra gente ou se perde no Rio do Paul, se afunda.

Cá pra nós, o vizinho de Livardo, e irmão na encarnação espiritual do feiticeiro Humberto Almeida, é um poeta critico à lá Paulo César Pinheiro e vagueia por muitos ritmos e paradas. O cabra é foda.

Detalhe: pode ir atrás que tem a Marta por trás tão quanto a beleza da poesia resistente.

Eles são abrigos de talentos, condutores de superação de problemas e desencontros, mas a alma viva de poetas vencedores antes, durante e depois.

Um amor de vida.

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