O rival do Palmeiras nas oitavas de final tem uma história recente e controversa, que revelam uma ascensão meteórica e expõem a relação de seus controladores com o narcotráfico na fronteira do México com os Estados Unidos.
Fundado em 2007, o clube chegou à elite do futebol mexicano em 2012, e logo de cara conquistou seu primeiro título nacional e conquistou o direito de estrear na Copa Libertadores deste ano.
De cara, pegou o Corinthians e deu trabalho ao atual campeão da Libertadores. Jogando em seu estádio, venceu pelo placar mínimo, mas acabou dominado no Pacaembu e levou 3 a 0. Mesmo assim, se classificou em segundo lugar no grupo, colocação que o colocou frente a frente com o Palmeiras nas oitavas de final.
O Tijuana não teria chegado tão longe se não fosse pelo apoio financeiro da família liderada por Jorge Hank Rhon. Investigado em vários casos de narcotráfico, o fundador do clube chegou a ser preso por causa das acusações. Rhon também viu seu nome envolvido em denúncias de assassinatos.
Jorge Hank Rhon é pai do atual presidente do clube Jorge Alberto Hank Inzunza e também proprietário do casino Caliente, patrocinador do Tijuana. Dá nome ao estádio do clube e, por superstição, escolheu a quantidade de assentos que a casa dos “Xolos” teria: 33.333, o três é seu número de sorte.
Nesta terça-feira (30), o Tijuana encara o Palmeiras, no estádio Caliente, em partida válida pelas oitavas de final da Libertadores. A partida começa às 22h30 (horário de Brasília).


