Em meio ao fortalecimento da pecuária estadual, a produção leiteira e o abate de bovinos na Paraíba registrou crescimento no primeiro semestre de 2026. Em relação à produção de leite, o estado passou de 56.587 para 59.161 toneladas no período, quando comparado com o ano anterior. Sobre o gado, houve um aumento de 23,9 mil cabeças de bovino abatidas – ficando atrás apenas da Bahia.
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As informações constam na divulgação realizada pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisa do Banco do Nordeste (BNB) e que utiliza dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por meio do Programa de Desenvolvimento Territorial (Prodeter), o BNB atua diretamente em territórios estratégicos para a bovinocultura de corte e leiteira, em territórios paraibanos, como: Médio Piranhas, Vale do Piranhas, Alto Sertão, Vale do Piancó, Cariri Oriental e Médio Sertão.
O crescimento simultâneo da produção leiteira e do abate bovino é avaliado pelo superintendente do BNB na Paraíba, Rudrigo Araújo, como evidência da estruturação da cadeia pecuária paraibana, com assistência técnica, organização produtiva e acesso ao crédito para os produtores rurais.
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“Esse avanço importante da cadeia econômica da bovinocultura demonstra como ações estruturantes, a exemplo do Prodeter, têm contribuído para elevar a produtividade, a competitividade e a sustentabilidade dos sistemas de produção de leite e de corte em diversas regiões do estado”, destaca o superintendente.
No Nordeste, o volume de bovinos abatidos cresceu 3,66% no período, totalizando 1,89 milhão de animais e representando 9% de todo o abate realizado no País. O desempenho foi impulsionado pela redução dos custos com rações, pela expansão dos sistemas de confinamento, que aceleraram o ciclo produtivo, e pelo bom ritmo das exportações, fatores que contribuíram para ampliar a oferta de animais para abate.

