Pressionado pela escalada de conflitos no Oriente Médio, o querosene de aviação ficou 11,8% mais caro nas distribuidoras a partir desta quinta-feira (1º). O reajuste aplicado pela Petrobras acompanha a volatilidade do mercado internacional de petróleo e deve trazer novos desafios de custos para o setor aéreo nacional.
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A nova elevação nos valores praticados pela petroleira ocorre na sequência de outro expressivo aumento registrado no mês anterior, quando os preços do combustível para aeronaves subiram, em média, cerca de 13,9% em setembro em comparação com o mês de agosto.
Com a sequência de reajustes aplicados ao longo dos meses, o acumulado de 2026 atinge uma alta de 53,3%. O percentual corresponde a um encarecimento direto de R$ 1,94 por litro do insumo na comparação com o valor praticado no encerramento de dezembro de 2025.
No comunicado emitido ao mercado, a Petrobras detalhou ainda o percentual de variação registrado em seus principais pontos de venda pelo país. No polo de Guarulhos, no estado de São Paulo, o aumento fixado foi de 11,6%. Já na refinaria de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, o reajuste alcançou 12%. Por sua vez, a unidade de Betim, em Minas Gerais, teve uma elevação de 11,6% no preço do QAV repassado às distribuidoras.