O mercado financeiro reduziu as estimativas para o déficit primário do Governo Central em 2026, com a mediana das projeções caindo de R$ 59,14 bilhões em agosto para R$ 52,27 bilhões em setembro. De acordo com o relatório Prisma Fiscal, divulgado nesta terça-feira (15) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, a expectativa para o rombo de 2027 também recuou, passando de R$ 55 bilhões para R$ 45,35 bilhões.
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Para a arrecadação das receitas federais em 2026, a mediana das projeções passou de R$ 3,185 trilhões, em agosto, para R$ 3,202 trilhões, em setembro. Para 2027, a estimativa subiu de R$ 3,369 trilhões para R$ 3,386 trilhões.
A mediana das projeções para a receita líquida do Governo Central em 2026 aumentou de R$ 2,574 trilhões para R$ 2,581 trilhões entre agosto e setembro. Para 2027, passou de R$ 2,732 trilhões para R$ 2,75 trilhões.
Para a despesa total do Governo Central, a mediana das projeções para 2026 subiu de R$ 2,624 trilhões para R$ 2,625 trilhões. Para 2027, a estimativa passou de R$ 2,786 trilhões para R$ 2,791 trilhões.
Em relação à Dívida Bruta do Governo Geral, a mediana das projeções para 2026 passou de 83% para 83,2% do Produto Interno Bruto (PIB) entre agosto e setembro. Para 2027, a estimativa subiu de 86,77% para 87% do PIB.
