A Paraíba registrou o 10º maior crescimento do setor de serviços do país. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado teve uma alta de 1,3% no volume de serviços em julho deste ano.
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O resultado representa uma recuperação após dois meses consecutivos de queda, de 3,8% em maio e 0,6% em junho. A variação positiva do indicador estadual, em julho, contrastou com a observada na média brasileira, que ficou estável (0%).
As unidades da federação que apresentaram as maiores altas foram Amazonas (6%), Espírito Santo (4,3%) e Rio Grande do Norte (3,9%). As maiores quedas foram registradas em Rondônia (-5,4%) e Acre (-4,9%). No acumulado do ano até julho, em relação ao mesmo período do ano anterior, o volume de serviços da Paraíba teve alta de 2,2%, superior à média nacional (1,9%).
O estado ocupou a 9ª posição no ranking das unidades da federação. Os melhores resultados foram registrados no Distrito Federal (9,2%), em Roraima (6,8%) e no Amapá (6,1%), enquanto as maiores quedas acumuladas ocorreram em Tocantins (-5,5%), Ceará (-4,5%) e Amazonas (-4,5%).
No acumulado de 12 meses, frente aos 12 meses imediatamente anteriores, a variação do volume de serviços paraibano também foi positiva, de 3,5%, e mais acentuada que a média brasileira (2,4%). O estado ficou na 8ª colocação no ranking das unidades da federação. Os maiores avanços foram registrados no Distrito Federal (8,9%), em Rondônia (7,9%) e em Roraima (4,6%).
Segundo a PMS, no comparativo com julho de 2025, houve crescimento de 0,6% no volume de serviços do estado, resultado inferior à média nacional, que avançou 0,9%. A Paraíba ocupou a 15ª posição no ranking.
Por sua vez, em julho de 2026, a receita nominal do setor de serviços paraibano apresentou as seguintes variações, todas superiores às médias nacionais: 1,4% na comparação com junho de 2026, contra 0,1% no Brasil; 9,2% frente a julho de 2025, enquanto o indicador nacional registrou 7,1%; 9,8% no acumulado do ano, em relação ao mesmo período de 2025, contra 7,5% na média brasileira; e 9,6% no acumulado em 12 meses, relativamente ao período anterior de 12 meses, acima dos 7,5% registrados no Brasil.

