Durante recentes cinco dias, exatamente, entre Espanha, Alemanha e Portugal o presidente Lula mais uma vez recebido com honras de Chefe de Estado pautou a cena geopolítica e política internacional com depoimentos e ações diplomáticas que lhe faz se apresentar ao mundo com performance diferenciada entre todos os lideres.
Não há na cena global tomada por conflitos contraproducentes, como se dá na guerra desnecessária do ponto-de-vista do interesse global entre EUA/Israel contra o Irã, ainda também a envolver Rússia e Ucrânia, o Sudão, etc, personalidade com tamanho desempenho diplomático, mesmo quando incisivo até na relação com Trump, do que o líder sul-americano a partir do Brasil.
Os acordos bilaterais assinados com Espanha, Alemanha e Portugal de forma diferenciada mas como reforço aos interesses do Brasil se somam à postura singular de Lula criticando com desempenho especial o fracasso imposto à ONU pelos Estados Unidos na mediação dos conflitos globais.
Isto sem citar a crítica procedente ao desempenho de Trump em promover uma série de conflitos globais, além das guerras, bem como a tentativa de intromissão em relação a gestões de soberania nos continentes a envolver o Brasil – tudo isso faz o presidente brasileiro se impor como poucos no mundo com credibilidade reconhecida.
Sem dúvidas, como não existe espaço vazio nas agendas diplomáticas e econômicas eis que Lula ocupa papel determinante e singular sem concorrência contemporânea.
Como dizia Barack Obama, de fato ele se apresenta como “o Cara” sem igual no pedaço. Independentemente do ranço localizado, eis o Personagem de reconhecimento global.
Caso Ramagem
O Itamaraty está convocando formalmente quem de direito para explicar diplomaticamente porque os EUA tomaram a atitude sobre o Caso Ramagem por ser flagrado e solto depois infringindo as Leis de Imigração desmoralizando acordo internacional com o Brasil.
Aliás, haverá mesmo tratamento compatível na sequência para reparar intromissão e grave erro diplomático.
Última
“O olho que existe / é o que vê”