A 18ª Cúpula do BRICS ocorre neste fim de semana (12 e 13 de setembro de 2026) em Nova Délhi, na Índia, com foco em comércio, segurança alimentar e tensões geopolíticas globais. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, não está presente por estar em campanha eleitoral em seu país.
Consta no noticiário internacional que a cúpula em Nova Délhi deve discutir comércio, energia e a redução da dependência do dólar. Divergências sobre as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, contudo, dificultam um consenso entre as nações.
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A reunião de cúpula acontece ainda marcada pelos conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio e pelas crescentes tensões entre Estados Unidos e China.
Detalhes
Pela programação, os principais aspectos do encontro passam pela liderança dos trabalhos, uma vez que o evento é comandado pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
- Líderes presentes: Estão reunidos chefes de Estado como Vladimir Putin (Rússia), Xi Jinping (China) e Masoud Pezeshkian (Irã), além de representantes de outras nações do bloco.
- Ausência do Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não comparece ao evento; a delegação brasileira é liderada pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
- Reaproximação diplomática: A cúpula marca a primeira visita de Xi Jinping à Índia em anos, sinalizando uma distensão nas relações entre Pequim e Nova Délhi após atritos fronteiriços anteriores.
- Desafios na pauta: O grupo debate os impactos das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, as sanções econômicas ocidentais e propostas de cooperação financeira em infraestrutura e energia, em meio a divergências internas para consolidar uma declaração conjunta.
Conjuntura internacional
A reunião de cúpula do BRICS acontece em uma conjuntura internacional tomada por decisões do governo Donald Trump, que vem criando medidas de intimidação contra diversos países — a exemplo de Brasil, Canadá, México e nações da Europa —, com a aplicação de um tarifaço contestado globalmente.
Fontes diplomáticas americanas reproduzem estratégias do governo Trump na tentativa de impor aos aliados a escolha de se querem conviver com os EUA ou com a China, diante das políticas em curso de desdolarização que ameaçam a hegemonia norte-americana.
Nesse contexto global, a eleição no Brasil cumpre papel determinante nos rumos do futuro próximo.
Última
“O olho que existe / é o que vê”

