Hugo Motta contraria emenda das 52 horas e chama redução da jornada de ponto “inegociável”

Presidente da Câmara defendeu jornada de 40 horas, dois dias de descanso e manutenção salarial durante entrevista à CBN João Pessoa

hugo motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), defendeu, nesta sexta-feira (22), a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Durante entrevista ao programa CBN João Pessoa, o parlamentar classificou os três pontos como “inegociáveis” na discussão da PEC do fim da escala 6×1.

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A posição também se distancia da emenda apresentada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que abriu brecha para jornadas de até 52 horas semanais e previa transição de dez anos para a redução da carga horária. O texto teve forte repercussão negativa e levou líderes partidários a pedirem a retirada da proposta.

“O que eu acho que norteia o debate e que é uma coisa que a cada dia vai se consolidando acerca do texto é podermos garantir a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, poder garantir os dois dias de descanso do trabalhador, sem redução salarial”, afirmou.

“Esses são, na minha visão, os três pontos que são inegociáveis da parte do relator e da maioria dos partidos, porque é isso o que a população e a classe trabalhadora esperam neste momento da Câmara dos Deputados”, disse.

A comissão especial que analisa a proposta deve votar o texto antes do envio ao plenário. Motta já afirmou que pretende levar a matéria para votação final na próxima semana, depois da análise no colegiado.

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