WS: A postura ousada e coerente de Adriano Galdino no debate sobre o fim da escala 6×1 alinhada a Lula

É uma questão de acompanhamento, ao longo do tempo, da posição política pública do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, no trato destemido sobre sua defesa da performance do presidente Lula na cena nacional e regional. Isso se deve a vários fatores, sobretudo em defesa do Nordeste e do fim das desigualdades por meio do tratamento federal à região.

Esta é a síntese do que, como desdobramento contemporâneo, efetivou-se recentemente em pleno plenário da Assembleia Legislativa, com a presença do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, debatendo o fim da escala 6×1 — matéria encaminhada e defendida pelo presidente Lula.

A ESSÊNCIA

Está nos anais. Em discurso curto e grosso, Adriano Galdino declarou que “a mudança na jornada representa um avanço social para os trabalhadores brasileiros” e criticou setores econômicos contrários à proposta.

Adriano declarou: “Só os mercenários do sistema financeiro perderão com o fim da escala 6×1”, ao defender que a medida pode garantir mais qualidade de vida, convivência familiar e dignidade para os trabalhadores.

Ele lembrou ainda que a discussão sobre a redução da jornada precisa ser ampliada em todo o país, principalmente diante das transformações nas relações de trabalho e dos impactos na saúde física e mental da população trabalhadora. Para o presidente, “o modelo atual é desgastante e já não acompanha as necessidades sociais contemporâneas”.

SALÁRIO MÍNIMO

A rigor, se reparar direito, a tese de agora contra o fim da escala lembra antiga e ainda permanente tese infundada de setores da economia que defendiam e defendem que a implantação do Salário Mínimo iria quebrar as empresas – tese comprovadamente falsa e manipulada.

É preciso entender os anseios empresariais, mas no processo de vida social é premente reconhecer a necessidade de qualidade de vida humana para todos, sobretudo a base assalariada.

Eis o resumo.

MARCOS WERIC

Pelo menos nos bastidores, já se tinha como certa a nomeação do jornalista Marcos Weric para a Secretaria Adjunta da Secom da PMJP. O prefeito Cícero Lucena e o vice Léo Bezerra haviam lhe convidado, sem qualquer alteração no comando do prestigiado jornalista Janildo Silva.

Esse movimento instiga causas e consequências políticas em curso. Weric precisa contribuir com a gestão para suprimir gargalos nas relações, inclusive financeiras, com a mídia.

Aliás, há informações do blog de que Weric conta com o aval do presidente Adriano Galdino.

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