A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) aprovou nesta quinta-feira (18), último dia de atividades antes do recesso parlamentar de julho, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027. O texto estabelece as prioridades da gestão municipal para o próximo ano, com foco em pavimentação de ruas, ampliação da rede de educação infantil, fortalecimento da atenção básica em saúde e investimentos em infraestrutura e mobilidade urbana.
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A proposta recebeu 77 emendas parlamentares, todas acolhidas durante a tramitação, e servirá de base para a elaboração do orçamento municipal de 2027, que ainda será encaminhado pela Prefeitura de João Pessoa à Câmara no segundo semestre.
Relator da matéria, o vereador Raoni Mendes (PSD) afirmou que a LDO representa a primeira peça orçamentária da gestão do prefeito Leo Bezerra (PSD) e mantém projetos iniciados pela administração anterior, ao mesmo tempo em que amplia metas para diferentes áreas.
“Leo Bezerra está dando continuidade às ações desenvolvidas anteriormente, pelo ex-prefeito Cícero Lucena. Ele vai ampliar, para 2027, as metas de áreas como saúde, educação, infraestrutura e mobilidade urbana, e está comprometido em calçar todas as ruas da nossa cidade, com acessibilidade na calçada”, destacou.
Metas previstas para saúde, educação e infraestrutura
Segundo o parlamentar, entre as diretrizes previstas estão:
- Expansão de salas de aula;
- Reformas e ampliação de creches;
- Implantação e fortalecimento de unidades de saúde da família em áreas ainda não atendidas;
- Conclusão de obras e reformas que ficaram pendentes após interrupções de contratos anteriores.
Durante a sessão, vereadores de diferentes bancadas destacaram a importância do planejamento e cobraram o cumprimento das metas estabelecidas no documento.
Próxima etapa será a votação da LOA
Além da LDO, os parlamentares também aprovaram projetos de lei ordinária e projetos de decreto legislativo na última sessão antes do recesso.
O orçamento definitivo de João Pessoa para 2027 será detalhado na Lei Orçamentária Anual (LOA), que ainda será enviada pelo Executivo para análise e votação da Câmara.
