Já em julho, mês anterior à definição em convenção das candidaturas na Paraíba, o governador Lucas Ribeiro, pré-candidato à reeleição, e o pré-candidato de oposição Efraim Filho convivem com situações típicas de dramas políticos sobre a definição de vice.
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Embora no caso situacionista a crise silenciosa envolva o interesse partidário de o PT indicar o(a) vice, no caso de Efraim o problema é não ter muitas opções, pois ainda aguarda a esposa de Bruno Cunha Lima, Juliana Brito.
Só que, mesmo reconhecendo a importância do significado petista na conjuntura, só mesmo os próprios partidários ignoram a força do Republicanos, que tem entre os nomes apresentados o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino — um nome relevante.
Embora a realidade esteja nesse nível, nesta quinta-feira o vereador Marcos Henriques, do PT, foi à tribuna lamentar a demora do governador na definição do vice saindo do partido.
O fato é que a lógica política expõe conflitos de interesses, com o governador temeroso de que, sem o Republicanos na chapa, o partido mude de rumo e de apoio em um eventual segundo turno.
Eis o resumo da ópera.
Última
“Esse jogo não vai ser um a um”
