Quando a intervenção pretendida de quem elege prefeito(a) pode significar tiro no pé, nova realidade

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Vamos direto ao assunto e deixar de “nhem nhem nhem” improdutivo: os efeitos práticos das eleições em Santa Rita e Cajazeiras, dois importantes colégios eleitorais da Paraíba, provam e comprovam que sem bom senso todos os casos terminam em rompimento político.

Objetivamente: vizinho a João Pessoa, o prefeito eleito Jackson, do PP, não chegou ao quarto mês de aliança com o ex-prefeito Panta, seu principal cabo eleitoral, e já rompeu o acordo político, agora passando a apoiar o governador João Azevedo para sobreviver antes adversário.

Levemos em conta que o prefeito eleito é aliado do deputado Aguinaldo Ribeiro – principal avalista da aliança implodida entre Jackson e Panta. Só não é pior porque Jackson fechou com o governador.

MESMO CENÁRIO

Em Cajazeiras, há 432 km de João Pessoa, a prefeita eleita Corrinha não chegou a três meses completos de relacionamento político com seu principal eleitor, o ex-prefeito José Aldemir, e já anunciou rompimento definitivo.

Para quem não sabe os bastidores diante da postura de Zé Aldemir, ele queria mesmo, assim como Panta, interferir na gestão municipal cajazeirense por ter sido principal influenciador, mas a prefeita não suportou. Rompeu.

Guardadas as proporções, este é o estágio de todos os que se mantêm com postura conservadora e não se reciclou para conviver com a nova realidade.

Haverá mais casos a comentar.

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