Em análise veiculada neste domingo (25), o jornalista Walter Santos avaliou os impactos operacionais e jurídicos decorrentes da decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de estender por duas horas o processo de votação no segundo turno presidencial.
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Segundo o analista, a determinação gerou um grave entrave para a Justiça Eleitoral, visto que, em diversas regiões do país, as seções já haviam encerrado os trabalhos pontualmente às 17h, com os Boletins de Urna (BUs) emitidos e transmitidos aos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), inviabilizando na prática a reabertura de urnas já lacradas e finalizadas.
Walter Santos chamou atenção para a ausência de uma manifestação célere por parte do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, diante da urgência exigida pelo caso.
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Na avaliação do comunicador, a discrepância de horários e a falta de uniformidade nos procedimentos entre os estados criam um vácuo administrativo de alta complexidade entre o STF e o TSE, abrindo margem para que todo o processo de apuração seja formalmente contestado pelas campanhas.
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