A tensão no plenário do Supremo Tribunal Federal esteve do tamanho esperado com a falta de consenso em torno de julgamento de Alexandre de Moraes, mas a dosagem contra André Mendonça passou do razoável com graves acusações de Moraes e Gilmar Mendes acusando – o de estar a serviço da máfia e esquema político – no caso o evidente Bolsonarismo.
Esse resumo de enfrentamento pessoal ainda constou de questionamento de Flávio Dino ao presidente Fachin por ter mudado relatoria de processo sem redistribuição processual.
Se reparar direito, a crise no Supremo expõe o ministro André Mendonça alinhando a Luiz Fux, agora sem contar com Kássio Nunes auto-intitulado impedido de votação consolidando esse bloco mais alinhado aos interesses bolsonaristas por prender/segurar e não distribuir processo para investigar Flávio Bolsonaro no caso Master diante das comprovadas implicações.
Na essência dos demais integrantes do STF, os ministros Flávio Dino, Gilmar Mendes e Zanin prenunciam votar ou se manifestar pró-Alexandre de Moraes levando a votação favorável a esse agrupamento faltando ainda Cármen Lúcia, cujo voto será decisivo.
INFILTRAÇÃO
Alexandre de Moraes acusou André de ter aparelho policial no seu gabinete e estar a serviço de esquemas internacionais interessados nas eleições brasileiras.
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