Estamos diante de uma data a marcar o calendário político de 2026 com uma manifestação pública liderada pelas duas maiores estruturas partidárias ( PP maior e MDB) tendo visível notoriedade da base governista em torno de Lucas Ribeiro prometendo evento histórico a partir da Capital.
A rigor, diante até de acelerados do otimismo barroco apostando na liquidação da fatura em primeiro turno, precisamos conviver com a projeção racional de segundo turno como premissa possível a dados de agora.
São as pesquisas de opinião pública que serenam as perspectivas ainda levando em conta diversos outros fatores, a exemplo do início da propaganda a seguir, os inúmeros debates e performances pessoais dos candidatos podendo afetar o processo.
O fato é que a demonstração de força do aparato governista se traduz em elemento óbvio dado a ampla estrutura estadual com a resistência possível do que também significa o estrado político do MDB. Cícero, Vené e Cia.
ESTEIO E/OU REAÇÃO
Os números apontam para a existência de base oposicionista em alguns núcleos geográficos a se considerar, a partir da Grande João Pessoa com existência do cicerismo e em outros municípios.
Leve-se também o fator Lucas em Campina Grande por ser filho da cidade.
E TRUMP, HEIM?
Em 2026, vamos conviver com a tentativa e interferência do presidente americano Donald Trump em nossa eleição presidencial apoiando abertamente Flávio Bolsonaro e seu significado de políticas anti-nacionais.
De cara, atrai a adesão na Paraíba da candidatura de Efraim Filho inaugurando nova fase política na disputa deste ano afetando a soberania nacional.
Ainda vamos debater muito causas e efeitos do retrocesso.
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“O olho que existe / é o que vê”

