É preciso, mais do que nunca, acompanhar com atenção e muito cuidado o trato dos fatos e notícias em curso na sociedade brasileira, nordestina e paraibana, porque, em nome da Liberdade de Imprensa, muitos abusos já se efetivam.
Em nível nacional, objetivamente, a “nova” pauta da semana passada trata do requentamento do noticiário citando a crise entre a PF e o ministro André Mendonça (tudo arrumado) e acatado pela mídia, visando inserir no debate ético a figura de Fábio Lulinha em processos quando, como está nos autos desde lá atrás, nada foi encontrado de ilegal em suas contas. Há também a informação confirmada de que o Ministério da Saúde recusou as quatro propostas feitas pelo “Careca do INSS”.
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Paralelamente, diante de provas não desmentidas, a PF e o ministro André Mendonça preservam a figura do candidato Flávio Bolsonaro — este admitindo publicamente ter pedido e recebido recursos de Vorcaro. Há muito mais escândalos, mas mantidos às escuras pelas instâncias e pela mídia.
O fato é que, enquanto toda a “arrumação” acontece, as redes sociais são tomadas e invadidas por manipulações de dados mentirosos a querer mexer com o eleitorado.
O caso Paraíba
Ainda precisando concluir as convenções para sabermos todos os candidatos ou candidatas ao Governo, ao Senado, à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa, o fato é que já é possível identificar o tom dos discursos e/ou estratégias de narrativas a serem explorados durante toda a campanha.
Da parte do Governo e de seus candidatos, principalmente Lucas Ribeiro, já é visível o dimensionamento do aspecto de ampliação das conquistas até agora da gestão, embora acusando a oposição — e a parte de antes próxima (Cícero) — de envolvimento com o tráfico.
Esta foi a narrativa explorada para fora do estado citando a primeira suplente do senador Veneziano Vital, Janine Lucena — filha do candidato Cícero Lucena —, como envolvida com o tráfico. Os autos processuais mostram que a versão explorada não corresponde, na profundidade, ao teor real do caso.
A outra banda da lua
Da parte da oposição, ainda inserindo a candidatura de Efraim Filho, a carga de críticas continuadas reverbera acusações de ineficiência na Educação, na Segurança e na Saúde, desmistificando a qualidade de fato dos serviços prestados à sociedade ao longo do tempo.
Em nome deste aspecto, o oposicionista Cícero reverbera que tem mais capacidade para levar a resultados mais expressivos na gestão.
E o que pode vir
Existem diversos outros temas a afetar questões éticas na direção de candidatos, em especial governistas, ou até mais do que isso: algo que projeta, na fase da propaganda e dos debates entre candidatos, temas que possivelmente vão mexer com a campanha.
O fato é que a campanha de 2026 tende a ter um nível baixo em diversos momentos previsíveis.
Última
“O olho que existe / é o que vê”

