Memorial Sivuca: a determinação de Glorinha e Reitora perto de se tornar realidade

Poucos conhecem o drama e a saga de Glorinha Gadelha para permitir à Universidade Federal da Paraíba usar de toda a história de reconhecimento nacional e internacional de Sivuca em diálogo com o Mundo na certeza de contribuição às novas gerações de talentos especiais da UFPB.

Esta é a síntese de luta de década, ultimamente abrigada com decisão e procedimentos da Reitora Margareth Diniz, outra mulher determinada mas sensível às artes por saber que a implementação do Memorial Sivuca no prédio inconcluso ao lado da Reitoria significará elevar a instituição ao diálogo soberano com diversos países.

ALÉM DA INTENÇÃO

Ontem, pude testemunhar reunião decisiva comandada pela professora Margareth Diniz com setores fundamentais para a implementação do Memorial Sivuca, a partir da Douta Sabedoria Vigilante do Procurador da UFPB, professor Carlos Mangueira, sem a qual nada anda ou se consolida.

Fiscal das Leis, sua presença em exigir caminhos legais soberanos fez -se vislumbrar caminhos reais e concretos para atender à necessidade de ocupação e/ou retomada do prédio com conteúdo de alto nível, como de configura com o Memorial Sivuca.

OUTROS ATORES E PLANOS

O diretor do CCTA, professor David Fernandes, autor formal.da sugestão do Memorial no prédio ao lado da Reitoria, está agora com a missão de destravar a burocracia para, concomitantemente alinhado ao Prefeito da UFPB, professor João Marcelo, gerar procedimentos deflagrando processo e  mais na frente a obra para valer.

É isto o que vai acontecer daqui em diante do rosto calejado e sofrido de Glorinha Gadelha afetada muito, mas disponível para ofertar à UFPB o acervo e o significado de Sivuca para sempre até porque, reconheça-se, o Menestrel quis morrer próximo dos músicos fantásticos da UFPB hoje dirigidos pelo professor Carlos Anísio.

NIVEL INTERNACIONAL

Há um sopro de constatação de que o esforço da Reitora não será em vão. Já conta com apoios fundamentais da Bancada Federal da Paraíba, dos bancos usuários de espaços negociais com professores e funcionários da instituição, agora com o auxílio qualificado da Art3, que trouxe a consultora Ana Helena Curti para se permitir, se dispor e reforçar as ações do CCTA e da Prefeitura. Será fundamental para outras áreas das artes e cultura da instituição.

Em tempo, vamos reconhecer a contribuição do professor Rômulo Polari, ex-reitor qualificado da UFPB, sem o qual teríamos outro esforço maior a produzir.

Agora, cabe apenas agir com afinco como exige a Reitora Margareth Diniz – gestora dedicada e capaz de transformar um projeto em grande ação para a História.

Ainda bem que a UFPB tem quem sabe administrar com resultados. 

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