Quanto custa deixar de prevenir com o “Mais Médicos?

Joao Pessoa como Capital, da mesma.forma que todos os médios Centros urbanos da Paraiba, não dimensionam minimamente o que se passa em diversas pequenas cidades do Estado em termos de forte mudança nas vidas das pessoas mais humildes alcançadas com a presença dos médicos cubanos durante os últimos três anos.

Não há registro em toda a fase de nossa História algo parecido ao tamanho da influência positiva do programa médico – assistencial exercido pelos 44 Cubanos transformando realidade no silêncio de nossa intolerância ou preconceito ideologico diante da mais forte correlação entre eles e as muitas pessoas atendidas ao longo do tempo.

PRECONCEITO E REALIDADE

Não fosse a reação contrária das entidades médicas que atraíram para si como uma bandeira de luta o enfrentamento político ao programa, certamente estaríamos diante de um outro estágio de consagração, algo somente dimensionado por quem.conviveu com os médicos nesta fase.

Durante este período,  ao invés de confronto com as doutrinas e importância medica local, eles se concentraram simplesmente em levar humanismo, atenção pessoal e sabedoria medica preventiva em tal nível que produziram efeitos fantásticos em pouco tempo reduzindo as internações e problemas de transporte de pessoas para os médios e grandes centros.

A VIAGEM SEM VOLTA DE 44 MEDICOS

Nesta segunda-feira, um fato chama a atenção, que é o retorno, a saida de quarenta e quatro médicos Cubanos, selecionados pelo Programa “Mais Médicos” do  Governo Federal, quando concluem o prazo de três anos envolvidos com a assistência médica em municípios Paraibanos que nunca tiveram a presença de profissionais da Medicina.

O que é mais preocupante é a inexistência de qualquer informação do Ministério da Saúde confirmando a substituição dos referidos profissionais.

As cidades beneficiadas, podem anotar, vão reclamar e exigir o retorno de novos médicos porque na prática criaram uma novidade bem-vinda de um atendimento singular, como nunca havia tido ao longo do tempo.

Em síntese, longe de preconceitos é preciso reconhecer a importância de se levar assistência à quem mais precisa, sobretudo quando nossos profissionais médicos por razões diversas não querem fazê-lo.

Não è à toa que Cuba é considerado pelo Banco Mundial como o País com a melhor assistência médica da América. Latina.

Se é assim, agradecer faz parte, lutar para ter o programa mantido é outro prognóstico lógico.

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