{arquivo}Na vida humana, a ciência expandiu muito o conhecimento para compreender a natureza, inclusive humana, sobretudo com os avanços reais da sociedade, mesmo mantendo princípios arcaicos versus a modernidade sempre em busca de equilíbrio nas relações.
A Física Quântica intui que quando um ser humano busca mentalizar e identificar um querer no futuro já aí se estabelece uma ordem de força tamanha na concretização dos processos que muitos terminam por chamar de mera coincidência – algo tratado como efeito pela ciência.
Neste processo histórico de avaliação da conduta humana há um elemento crítico / conceitual de nome Segmund Freud que, no primórdios de 1900, construiu as bases do entendimento sobre como e porque regem valores na formação da postura de cada ser humano.
O inconsciente e a sexualidade foram dois princípios basilares fazendo a ciência, enfim, compreender os procedimentos humanos em todos os níveis.
Um desses elementos básicos e comuns no processo social está a possessividade, elemento que conduz ao longo do tempo uma postura a motivar (ou querer assim) controle e manipulação total desconsiderando, , liberdade e respeito do outro na relação de lealdade para que se exista a longevidade das relações.
Ao longo dos anos, essas teorias aparentemente distantes de nosso raciocínio lógico nunca estiveram tão perto da contradição humana dos que se apresentam para unir e reforçar a unidade como princípio de conquista coletiva.
Impressiona-se a volutabilidade comportamental em busca de afirmações e conceitos novos que desdizem tantos símbolos de envolvimento coletivo.
Daí a importância da ciência a explicar a real postura da humanidade. Mas, como diz o pós filósofo Nelson Ned, tudo passa, tudo passará.
