A estrela de Estadista de Dilma em Davos

{arquivo}A performance da presidenta Dilma Rousseff em sua primeira participação no Clube dos Países mais ricos do Planeta, em Davos, expôs de forma cristalina uma análise consistente, realista e conjuntural sobre o Brasil em meios aos ventos econômicos e dramas sociais típica de Estadista. Surpreendeu, sobretudo, aos setores de projeção pessimista diante de dados favoráveis ao desempenho brasileiro na conjuntura internacional.

Sem tirar nem por, a partir da exposição da realidade econômica brasileira somada a estratégias de governo para manter a economia sem chances de queda, Dilma Rousseff acabou que se fez representante legítima dos Emergentes (BRICS), sobretudo tirando do campo o pessimismo em relação a esse contingente fundamental do Mundo, do qual o futuro depende e muito, mostrando que continuarão liderando a capacidade de investimento e consumo.

A rigor, ela chegou em Davos com uma onda de pouca confiança dos investidores internacionais, em face da desaceleração econômica, entretanto, expondo didaticamente a conjuntura do Brasil uma realidade na direção de oportunidades evidentes por conta de uma série de investimentos projetados para o futuro próximo do País, por isso quem apostou na queda precisará admitir que a fala de Dilma repôs a confiança no trilho.

Hábil e bem instruída, ela soube inserir a crise financeira global de 2008 como a mais série desde 1929, entretanto, fez ver com estatísticas e resultados que o Brasil tem sabido tratar do problema não só a curto prazo, como na perspectiva de médio e longo prazos porque, como acentuou, se faz indispensável cuidar do processo de forma mais abrangente.

Evidenciando os investimentos públicos e privados no País numa correlação bem resolvida para prospecção de altos recursos e obras relevantes, ela não só contextualizou referencias fundamentais como Pré-Sal, parcerias para reformas e controle dos grandes aeroportos até por empresas internacionais, como deu força aos efeitos dessas ações na Educação e na Saúde, portanto, abrigando as questões sociais de fundo.

Dentro desse diapasão, tratou com serenidade e respeito as manifestações de junho do ano passado numa leitura e exposição na qual o Governo, ao invés de reprimir, buscou e adotou medidas na direção dos anseios populares, como a querer intuir que a Democracia brasileira está consolidada e não há riscos em nível algum.

Tendo a Copa do Mundo e as Olimpiadas como trunfo do futuro próximo, Dilma Rousseff se fez representante do Brasil em elevado nível ao saber convocar os demais Países do Mundo a participar desse interação sócio – econômica com o mais emergente mais importante da América do Sul.

Sem dúvidas, apesar do agouro ali ou acolá, sobretudo de seus adversários, ela deixará Davos com o status de Estadista.
 

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