{arquivo}A grande massa de João Pessoa nem de longe está se apercebendo de uma atividade de curta duração encerrando-se nesta terça-feira envolvendo pensadores, estudiosos e empreendedores do Brasil e do Canadá discutindo os rumos das novas Midias diante das Redes Sociais, que cada vez mais mexem na vida das pessoas pelo processo de velocidade de conteúdo e de interação.
Ontem, em jantar refinado à altura da dimensão internacional da Conferencia Brasil – Canadá 3.0, deu para perceber o quanto de fundamental tem sido a interlocução de muita gente relevante no mundo dos avanços na WEB e seus derivados. O bom de tudo, ou o estimulante na questão, é identificar que a Paraíba se apresenta bem na fita ao reunir talentos dentro e fora das Universidades com referência internacional.
A presença de Guido Lemos, pesquisador renomado e um dos criadores do GINGA – hardware (equipamento) que faz a transformação do analógico para o digital, presente à festa comandada pelo governador Ricardo Coutinho, bem sintetiza o quanto estamos bem na fita da qualidade de dialogo que tratamos com o mundo.
Campina Grande, que ainda não traduziu para o cotidiano as grandes conquistas produzidas no mundo da tecnologia da informação, também foi muito comentada pela contribuição dada ao conhecimento mundial, algo que consegui extrair em demorada conversa, por exemplo, do Demi Getschko, o “pai” da internet no Brasil, referindo-se algumas vezes à universidade campinense.
Ele está na cidade para explicar que a prioridade da Conferência é incentivar o empreendedorismo digital entre os jovens.
Mas, em que pesem as importâncias da Secretária Francilene Garcia, também presidente dos Parques Tecnologicos do Brasil, assim como do Secretário Marcos Procópio, deva-se registrar em tempo oportuno a engenhosidade e capacidade de articulação do executivo Percival Henrique com sua equipe composta por gente qualificada do tamanho de João Meira para conseguir trazer para João Pessoa o olhar observador de grandes empresas internacionais construindo um calendário internacional relevante a partir de agora.
A ANID como expressão do conhecimento de das invocações dá sua contribuição na hora certa. No mais é pura inveja.
CONVERSA SEM SORRISOS
Num dos momentos do jantar, o governador Ricardo Coutinho esteve conversando sobre evento na UEPB mas em nenhum momento quis antecipar sua decisão sobre a nomeação do futuro Reitor, embora o prazo esteja expirando sem que ele manifeste a postura de respeitar o resultado que apontou o professor Rangel Junior como a liderança avalizada pela comunidade universitária.
Homem de poucos sorrisos, pelo menos no trato desta questão, sequer ele e Júnior – presente à festa – trocaram sequer um aperto de mão.
Mas, em tempo, o governador precisa respeitar os anseios e acenos da UEPB. Cara fechada não resolve, tem de dialogar.

