{arquivo}O deputado federal Ruy Carneiro, do PSDB deixou escapar em nota de assessoria que negava qualquer entendimento com o Governo Ricardo para assumir uma Secretaria e tirar licença visando a posse do suplente Edivaldo Rosas, mas nem com isso ele estancou a onda de conversas de bastidores tratando de um acórdão dos tucanos com a reeleição do governador – algo tranquilamente possível.
Ruy zela pela imagem, sobretudo a condição de não ser adesista, mas não pode negar que no segundo turno da eleição em João Pessoa que o PSB e Ricardo apoiaram Cicero Lucena.
Seja o que for, o fato é que as articulações foram deflagradas e envolvem o senador Cássio Cunha Lima, hoje em João Pessoa com indisposição (gripe), por isso não foi à Brasilia.
O PMDB EM DISPUTA
Nesta quarta-feira, a residência do ex-governador José Maranhão foi tomada de veículos e pemedebistas interessados e comprometidos com ele na disputa pela presidência do PMDB.
Mesmo estando em Brasil, o candidato a presidente pela chapa de Inovação, Wilson Santiago, mantinha contatos com eleitores.
Jogo duro.
O MOIDO DA CULTURA
Ao longo da minha vida profissional e empresarial sempre tenho convivido com mau humor de Plantão pela honestidade das informações que reproduzo, mesmo muitas delas incomodando e irritando seus personagens.
Vou citar três situações:
1) Fui o primeiro a informar quando Cássio namorava ir para o PT que ele tinha assinado Ficha de filiação ao PSDB. O líder campinense jogou duro comigo, disse o que não devia, mas, no mesmo instante publiquei a ficha com sua assinatura. Ficou a raiva, apenas;
2) Quando Cássio e Efraim se reuniram pela primeira vez com o então candidato Ricardo Coutinho, fiz a revelação no encontro do PSDB no Hotel Tambau. O mundo quase cai sobre minha cabeça. Duas semanas depois veio a confirmação.
3) Na campanha de João Pessoa, em primeiro turno, reproduzi informação repassada a mim, sabendo que o assunto seria tornado publico, e o mundo da Funjope e companhia quase cai. Tem até processo judicial e eu, com provas registradas, sofro ataques pessoais que não aceito nem admito. Na prática, nem todo mundo assume as besteiras (e merdas) que dizem e ainda têm a cara de pau de querer transferir para outros. Eu, no meu caso, assumo tudo o que faço.
Aliás, repito, eu provo.
ÚLTIMA
“Esses moços/ pobres moços/
ah se soubessem o que sei…”

