{arquivo}Na reta final da campanha, os principais candidatos dispõem de acompanhamento sistemático, diário, sobre os movimentos dos últimos dias visando, cada um ao seu modo, levar seu candidato ao segundo turno.
A dados de hoje, à exceção de quem quer brigar com os números, a maioria admite que o candidato do PT, Luciano Cartaxo, esteja no segundo turno contra – bom, aí é que começa o problema porque as três campanhas seguintes se dizem com dados favoráveis.
No caso de Cicero, nome ventilado com maior incidência até a última pesquisa publicada insiste em dizer para a cúpula e militância de que os planos estão bem arquitetados para chegar à próxima semana.
A mesma coisa diz o time do candidato José Maranhão, aliás com números divergentes das últimas aferições publicadas. O que não anda bem é humor da campanha, como se apresenta nos debates, e isto pode ser em função de fatores preocupantes porque ninguém fecha a cara quando se está de bem com a luta e vida.
Tem estrutura, como é o caso do esquema liderado pelo governador Ricardo Coutinho animando a militância com dados internos, também diferentes do que a sociedade tem conhecido pelos veículos de comunicação.
Por fim, enquanto análise, a campanha de Luciano Cartaxo se mantém com a animação das últimas semanas projetando grande ação de agora em diante para coibir a compra de votos, segundo seus organizadores.
O fato é que, seja com qual for a pesquisa, quem está envolvido com as campanhas nunca aceita números adversos nem perde a esperança por completo, embora a esta altura do campeonato já seja possível prevê quem deve sobrar na curva.
Viva ou morte?
O governador resolveu fazer campanha ao seu estilo entrando nas casas das pessoas em João Pessoa. Ele trata a disputa de domingo como de vida ou morte para seus interesses.
Mas, é isso mesmo o que se tem como essência da atividade política podendo, em nome disso, fazer qualquer coisa para atingir esse objetivo?
Não, fui acostumado que o modo de ser fazer política tinha outra conotação, aliás, ainda acho assim.
Renato Gadelha com Guilherme
O médico Renato Gadelha, empresário em Campina Grande, declarou ao portal WSCOM que se mantém apoiando a candidatura de Guilherme Almeida para prefeito da cidade, embora admita que, em caso de segundo turno, possa apoiar a candidata Daniela Ribeiro.
– Jamais abandonarei a candidatura de Guilherme – declarou ele diante da informação de que ele iria apoiar a candidata do PP.
Segundo ele, nada desabona se houver essa condição porque considera Daniela uma boa candidata.
A cobrança ainda dos Cargos
De um dos ex-mais influentes amigos do governador Ricardo, recebo email cobrando as respostas do Governo – ou aquém tiver respaldo para resolver – a diversas indagações de uso do Poder em nomeações na Prefeitura e Governo exercitando, segundo seu ex-grande amigo, Nepotismo a merecer explicações.
Á coluna resta tão somente aguardar as respostas às indagações que reproduzimos a seguir:
1. Quando Ricardo Coutinho era prefeito da cidade, Patrícia e Sandra Coutinho – irmãs do prefeito – foram contratadas por ele mesmo. É o prefeito que assina as contratações. Quer dizer que Ricardo pode ter parente na prefeitura? E por falar nas irmãs do atual Governador, por onde elas andam?
2. O filho de Alexandre Urquiza, Vinicius Urquiza, foi contratado por Ricardo Coutinho quando era prefeito. Na época estava certo porque ele era amigo de Urquiza. Como Urquiza não vota em Estela, agora está errado? Só Ricardo Coutinho pode contratar o filho de Urquiza, Luciano Agra não pode?
3. No Projovem 2009 Adriana Urquiza foi nomeada por Ricardo Coutinho para ser supervisora. Então Ricardo pode contratar Adriana Urquiza e Luciano Agra não pode? Mais uma vez: só Ricardo Coutinho pode nomear os parentes de Urquiza e ninguém mais? Na época era certo e agora não é?
4. No Projovem de 2011 Adriana Urquiza foi nomeada por Luciano Agra como coordenadora de monitoramento. A outra coordenadora de inserção, Eliana Martini, está fazendo campanha para Estela. Osman Matos, que era coordenador pedagógico, também está com Estela. Todos eles ganhavam a mesma coisa por mês, R$6.500,00 brutos. Por que estão acusando só a esposa de Urquiza? Os que fazem a campanha pra Estela (Eliana e Osman) podem receber esse salário e ninguém fala? Só quem faz campanha contra Estela é que tem que ser denunciado?
5. Quando a Estela era Secretária de Planejamento da prefeitura, a irmã dela trabalhava na SEDES. Em falar nisso, por onde anda a irmã de Estela? No Estado?”
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“Cada um dá o que tem…”
