Tânia Bacelar: a revivência transformadora de Celso Furtado

{arquivo}BRASILIA – São muitas as especulações que começam a povoar os veículos de comunicação do País em torno de nomes para compor o futuro Governo da Presidenta Dilma Roussef, até porque é forte a queda-de-braço entre os partidos aliados, mas nesta terça-feira um nome mereceu menção a partir de jornais de São Paulo com estofo de gente grande: Tânia Barcelar.

De acordo com comentários de bastidores aqui, na Capital Federal, Tânia estaria na quota estabelecida pela presidenta em conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – segundo a qual o futuro governo federal terá 1/3 de mulheres compondo o Ministério.

Mais do que integrar uma nova regra, bem-vinda por sinal, a menção de Tânia Barcelar extrapola conceitos parametrais de uma articulação política porque sua presença em qualquer que seja a ambiência de planejamento e definições de metas significa a garantia de avanços significativos nas politicas determinadas sob sua coordenação.

O Brasil de grandes pensadores forjados no estudo e mergulho econômico, provocador de fortes mudanças sociais a partir de politicas publicas concatenadas com investimentos privados, atrai mais do que o pensamento realizador de Celso Furtado, a marca de uma mulher preparada como poucas a servir ao País, como se dá com Tânia Barcelar – há tempo no mesmo patamar de uma Maria Conceição Tavares, por exemplo, outra grande referência nacional,

Tânia se sobressai ainda mais, sobretudo quando se trata de desenvolvimento regional.

É que não há como projetar o Brasil com desenvolvimento sustentável pleno no futuro próximo sem uma política federativa bem resolvida, capaz de atenuar e resolver o problema das desigualdades regionais que geram feridas e atrofias conceituais e práticas, a partir de dogmas políticos deformados em favor de poucos ricos. O Brasil deve a si mesmo, à sua história uma reengenharia na distribuição de renda, que se iniciou fortemente no Governo Lula e não pode parar.

Por isso, a presença de uma figura do porte de Tânia certamente significará um melhor diálogo entre os vários atores nacionais – em termos de regiões geográficas, com perspectivas de grandes avanços conjunturais, mesmo admintindo-se a possibilidade de resistência a partir de estados do Sul e do Sudeste por mera desinformação e preconceito, sobretudo, da imponência de nossa brasilidade.

O forte em Tânia é a sua própria história de pensadora consistente, de diálogo fácil a partir do debate desarmado, mas incisivo, sobre a necessidade de um melhor pacto federativo, porque somente assim será possível entender o futuro do Brasil com igualdade de condições para todos gerando a distribuição de riquezas em novo formato econômico.

Mais do que teórica, Tânia Barcelar expressa a garantia de que o universo feminino brasileiro não se farta de apresentar ao Pais uma gama considerável de talentos incomunais, agora sob a égide da Era Dilma, capaz de levar o Brasil a um salto mais forte adiante.

Se não for demais conceituar, e não o é, o País precisa da implementação dos planos tantos de Tânia, passo a passo com a presidenta Dilma, porque avançar com sustentabilidade é preciso.

SECOM: movimento de bastidores

Há uma repetitiva conversa de bastidores evidenciando os nomes dos comunicadores Luiz Torres e Fabiano Gomes para a Secretaria de Comunicação no Governo Ricardo.

Segundo Alta Fonte ricardista, quem tem crescido de cotação na verdade é Marly Lúcio e Cláudia Carvalho – dois nomes reconhecidos no meio. A primeira pelo belo trabalho na campanha e a segunda pela densidade que conquistou nos últimos tempos.

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